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O que pode existir por trás das situações repetitivas que vivemos?

O dia que caímos em um golpe resolvemos sentar e conversar, Jean e eu. Deu! Estávamos numa sequência frustrante de eventos e pessoas em nossas vidas que não dava mais para postergarmos. Ou sentávamos e entendíamos o que vida estava conversando com a gente ou possivelmente os próximos eventos ou pessoas poderiam ser mais difíceis.

Vínhamos vivendo pequenas frustrações, percebíamos que não concordávamos com alguns comportamentos de outras pessoas para conosco, percebíamos algumas situações fora do nosso controle, e tudo bem, faz parte, não conseguimos ter controle de tudo, assim como as frustrações chegam muitas vezes para nos despertar para novas possibilidades, nos resgatando das ilusões. Não era nada demais até o momento do golpe. Não era nada que gostaríamos de nos dar ao trabalho de olhar até então.

Sim, porque, por aqui sabemos, nada, nada, absolutamente nada fora de nós não está de alguma forma relacionado conosco, com nossa responsabilidade, seja direta ou indiretamente, seja na maneira como recebemos ou na maneira como reagimos. E olhar para isso dá trabalho, é desafiador, pode ser desconfortável e cansativo emocionalmente.

Então, cair no golpe foi o momento que nos levou a sentar e olhar de forma mais ampla, mais abrangente e sistêmica os eventos dos últimos tempos, as pessoas e situações que de alguma forma não conseguíamos esquecer, que não conseguíamos dar ou encontrar um bom lugar em nosso coração.

Anotamos em um papel o nome da pessoa ou da situação e abaixo do nome escrevíamos o que havíamos sentido e que ainda carregávamos conosco, quase como se carregássemos uma mala pesada sem necessidade. Ainda era um momento de levantamento de informações, escrevemos tudo, julgamentos, análises, observações e sentimentos com o auxílio das cartas da #comunicaçãonãoviolenta, (e caso você queira fazer o download de uma lista de sentimentos ofertado pela CNV basta clicar aqui ).

Situações anotadas, sentimentos descobertos, nos perguntamos “Qual é o sentimento comum entre todos estes eventos ou pessoas?” e, quando cheguei na palavra que poderia ser usada em todas as situações, no caso decepção, continuei usando o que tinha na minha manga do autoconhecimento. Inspirada pelo pensamento familiar sistêmico apreendido na #reprogramaçãobiológica me perguntei, “Quando e com quem em minha vida eu sinto decepção?”

Foi instantâneo, a pergunta me levou para um ponto de vista que não estava conseguindo acessar com todas essas situações repetitivas em minha vida e naquele momento eu me dei a oportunidade de resolver a crença limitante, o julgamento que me levava a repetir e viver situações que EU interpretava como decepções.

No vídeo abaixo te conto como isso tudo aconteceu, o que eu fiz, te convido a fazer a mesma coisa neste passo à passo. Te convido a exercer uma necessidade humana importantíssima, a autonomia. Autonomia para resolver seus próprios conflitos.

Usei o conhecimento da Comunicação Não-Violenta, da Reprogramação Biológica®, do Psych-K® e eu compartilho essa história da vida real contigo porque a Contoterapia é isso, é a #conexãoatravésdashistórias.

Caso você queria saber como fazer para criar uma crença fortalecedora ou uma frase para ser usada na reprogramação mental, existe uma aula disponível aqui inspirada nos cursos e conhecimentos relacionados à crenças aos quais tive acesso.

Um abração para você e que essas informações enriqueçam seu mundo interno.

Anna

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